Antes de conseguir a primeira oportunidade, Lindemberg Silva participou de mais de 15 processos seletivos. Rejeição atrás de rejeição, o tipo de sequência que faz a maioria desistir depois da quinta.
O que ele contou no episódio
Ele decidiu tratar cada "não" como um espelho, não como um veredito, e usar cada resposta negativa para entender onde precisava melhorar.
Hoje é coordenador na Unilever, liderando entre 35 e 40 pessoas. E resume o salto assim: não tinha habilidade de liderança, não aprendeu isso na faculdade e foi aprendendo lá dentro. A parte mais dura não foi técnica: foi lidar com gente que tem dia ruim, problema pessoal e dificuldades que não estão em nenhum manual de engenharia.
“O não, muitas vezes, faz a gente refletir e aprender muito mais do que o sim. Onde que eu tô errando, onde que eu preciso melhorar. O sim é confortável.”
Lindemberg Silva, no episódio
O padrão por trás da história
Cada "não" é dado: a pergunta é se você usa a informação ou só guarda a frustração. E o cargo seguinte costuma ser, na prática, outra profissão: ninguém avisa que liderar exige aprender a lidar com pessoas.
Este é um resumo editorial do episódio #6. Para ouvir a conversa completa com Lindemberg Silva, assista no canal do Grupo Equation no YouTube.